Ola pessoal, hoje estou de volta aqui com uma pequena coletânea de Hardscapes para inspirar as suas montagens de aqurários. Como podem ver, uma boa combinação entre rochas e troncos / raízes fica muito agradável, ainda mais se tentarmos "imitar" a Natureza.
Em minha opinião pessoal, o melhor Hardscape que representa isso é o da terceira foto, onde a montagem deixou muito bem feito o conjunto, como se o tronco fosse de uma árvore muito velha que nasceu e cresceu por entre as pedras do terreno.
Agora temos aqui uma bela amostra de hardscapes usando somente pedras para a montagem do aquário.
Como podem ver, as pedras, quanto mais "trabalhadas pelo tempo" (isto é, com ranhuras, irregularidades) e com o seu belo formato com vários angulos retos e agudos, deixam o hardscape mais bonito e interessante.
Esse tipo de Hardscape é muito bem utilizado e fica muito bonito para o estilo Iwagumi de montagem de aquário plantado.
Bem, espero que tenham gostado dos Hardscapes e qualquer sugestão ou dúvida é só mandar uma mensagem pelo Formulário de contato OK?
Abraços e bom final de semana!
Fonte: aquafloripa.com
sábado, 6 de outubro de 2012
sexta-feira, 5 de outubro de 2012
Iluminação de Aquários Plantados
Iluminação de aquários plantados é um dos assuntos mais chatos de se tentar atender uma dúvida num fórum, sempre é uma celeuma, primeiro por que essa pergunta se repete quase em progressão geométrica, e segundo por que assim como a variedade de lâmpadas disponíveis hoje quase infinita, também infinitas são as possibilidades de configuração, e como cada marmanjo quer dar o seu pitaco/receita o coitado que postou a dúvida muitas vezes sai de lá com muitas outras mais que a original. Não vou escrever aqui um tratado sobre iluminação, existem centenas na internet, leia-os, mas queria fazer três observações que podem simplificar um pouco as coisas:
1 - Esqueça a regra de Watt / Litros*;
2 - Use Lúmens/Litro;
3 - Entenda o que é IRC, Fluxo Luminoso, Temperatura de Cor e Espectro Luminoso pelo menos!
Tudo o que a maioria das pessoas precisa saber é que um aquário necessita para manter a maiorias das plantas saudáveis, até as mais exigentes, de uma iluminação com aproximadamente 60 Lm/L (Lúmens por litro) ou mais para garantir uma iluminação forte e eficiente.
E a regra do Watt/Litro? Pelo Santo Aquário Celestial, Esqueça!!! Concentre-se no que vai ler.
Para saber qual lâmpada escolher você precisa ter isso em mente e escolher a lâmpada que pode oferecer esse fluxo de aproximadamente 60Lm/L para o volume do seu aquário.
O espectro luminoso grosso modo é a representação gráfica dos picos que compõem a luz. Lembra daquela aula de ciências onde falavam que um velhinho¹ pegou um prisma e descobriu que ao passar um raio de luz por ele aparecia um arco-íris por que o raio de luz original na verdade é composto por todos aquelas cores que aparecem separadas após o mesmo raio sair do prisma? Então, o que acontece é que nossas queridas plantinhas usam muito algumas dessas faixas coloridas, um pouco de outras e quase ou nada de algumas delas. como o verde. Você precisa garantir que essa demanda de picos seja atendida, então é essencial garantir um espectro amplo, ou seja, você precisa ter as várias faixas necessárias, isso pode ser conseguido usando lâmpadas com amplo espectro ou misturando lâmpadas que se complementem. Ao ler sobre Temperatura de Cor você vai saber qual a relação com o Espectro luminoso e vai entender por que a luz branca em geral é a mais adequada. Pescou?
Práxis!
Vamos unir a teoria à prática
Vamos imaginar que você, meu querido leitor, tenha um aquário de 80 litros (60 x 45 x 30 cm) e quer ele bem plantado, com aquelas plantinhas que você economizou um bocado para comprar e não quer perder. Levando em consideração a regra de Lm/L multiplique 80 litros por 60 Lúmens/L e você chega ao número mágico de 4800 Lm totais que serão o necessário para esse volume de aquário. Agora observe a tabela abaixo:
Extraído do catálogo online da Osram
Nesta tabela da Osram estão listadas as lâmpadas tubulares T5 HO (High Output) com seus tamanhos, potências, fluxo luminoso, índice de reprodução de cor (IRC), temperatura de cor, etc. Dando continuidade ao nosso. Se você leu o artigo linkado mais acima então sabe que as lâmpadas com IRC mais próximos de 100 são as que reproduzem as cores mais naturais, no caso todas as lâmpadas tem IRC de 80 a 89 o que garante cores naturais com essa luz**, no mesmo artigo você leu que lâmpadas com 6500K tem a luz branca e um espectro luminoso que tende a ser bem distribuído por todas as faixas do espectro, garantindo não só os picos obrigatórios para a fotossíntese como também outros necessários para demais funções da fisiologia vegetal. Sabendo disso tudo só nos resta escolher qual delas usar e, levando em conta o tamanho do aquário, fica óbvio que teremos que usa um dos três modelos de 549mm de comprimento, entre elas apenas uma tem 6500K, luz branca. A tabela indica que a lâmpada FQ 24W/885 HO tem 24W e 1600lm, ao dividir 1600 por 24 você constatará que ela emite 66,66 Lm/W. Perfeito para termos uma iluminação forte de 60 Lm/L, Ok? Como já sabemos que o aquário precisa de 4800 Lm fica fácil perceber que teremos que usar três lâmpadas de 24 W T5 com 1600 Lm para obter exatamente 4800 Lm/W que irá garantir plantas saudáveis e com crescimento ideal*** além de uma boa distribuição de luz.
Então essa é a lei? Não, essa é apenas uma opção (The Xylema's Way of Light****). Como eu falei no início desta postagem existem centenas de possibilidades em termos de iluminação, afinal para cada aquário de tamanho diferente tudo muda, e essa é apenas uma forma simplificada de fazer as coisas. Também lembre que o barato pode sair caro, compre lâmpadas de qualidade, não estou dizendo que você precisa de lâmpadas que custam uma fortuna, elas existem, são excelentes lâmpadas, mas tem o inconveniente de custarem uma quantidade desproporcional de nosso rico dinheirinho, a decisão é sua, mas fique ciente de que você tem e pode usar as opções mais baratas, como as lâmpadas do exemplo acima, e tem a garantia de que usadas corretamente elas funcionarão perfeitamente. A opção é sua. Sejam tubulares T8, T5 ou até as PLs econômicas, em muitas situações elas são o necessário para que seu aquário prospere.
Leia, aprofunde-se e experimente, só com a experiência e o tempo é que dominamos qualquer técnica, mas para isso é fundamental conhecer o básico, por isso leia, leia bastante sobre o assunto, aos poucos tudo ficará mais claro. Existem mais uma série de parâmetros que de acordo com o seu projeto poderão influenciar sua escolha.
¹ Nao é o Roger Waters, estou falando de Sir Isaac Newton!
* Vamos matar essa ideia, ela já foi útil e hoje mais atrapalha que ajuda;
** Estética é igual a cabeça, cada um tem a sua, se você prefere luz amarela, rosa, azul, roxa... Eu prefiro luz natural.
*** O crescimento ideal depende de outros parâmetros como fertilização, CO2 e manutenção regular do aquário;
**** Gostei desse nome! Use por conta e risco.
Fonte: Blog Xylema
1 - Esqueça a regra de Watt / Litros*;
2 - Use Lúmens/Litro;
3 - Entenda o que é IRC, Fluxo Luminoso, Temperatura de Cor e Espectro Luminoso pelo menos!
Tudo o que a maioria das pessoas precisa saber é que um aquário necessita para manter a maiorias das plantas saudáveis, até as mais exigentes, de uma iluminação com aproximadamente 60 Lm/L (Lúmens por litro) ou mais para garantir uma iluminação forte e eficiente.
E a regra do Watt/Litro? Pelo Santo Aquário Celestial, Esqueça!!! Concentre-se no que vai ler.
Para saber qual lâmpada escolher você precisa ter isso em mente e escolher a lâmpada que pode oferecer esse fluxo de aproximadamente 60Lm/L para o volume do seu aquário.
O espectro luminoso grosso modo é a representação gráfica dos picos que compõem a luz. Lembra daquela aula de ciências onde falavam que um velhinho¹ pegou um prisma e descobriu que ao passar um raio de luz por ele aparecia um arco-íris por que o raio de luz original na verdade é composto por todos aquelas cores que aparecem separadas após o mesmo raio sair do prisma? Então, o que acontece é que nossas queridas plantinhas usam muito algumas dessas faixas coloridas, um pouco de outras e quase ou nada de algumas delas. como o verde. Você precisa garantir que essa demanda de picos seja atendida, então é essencial garantir um espectro amplo, ou seja, você precisa ter as várias faixas necessárias, isso pode ser conseguido usando lâmpadas com amplo espectro ou misturando lâmpadas que se complementem. Ao ler sobre Temperatura de Cor você vai saber qual a relação com o Espectro luminoso e vai entender por que a luz branca em geral é a mais adequada. Pescou?
Práxis!
Vamos unir a teoria à prática
Vamos imaginar que você, meu querido leitor, tenha um aquário de 80 litros (60 x 45 x 30 cm) e quer ele bem plantado, com aquelas plantinhas que você economizou um bocado para comprar e não quer perder. Levando em consideração a regra de Lm/L multiplique 80 litros por 60 Lúmens/L e você chega ao número mágico de 4800 Lm totais que serão o necessário para esse volume de aquário. Agora observe a tabela abaixo:
Extraído do catálogo online da Osram
Nesta tabela da Osram estão listadas as lâmpadas tubulares T5 HO (High Output) com seus tamanhos, potências, fluxo luminoso, índice de reprodução de cor (IRC), temperatura de cor, etc. Dando continuidade ao nosso. Se você leu o artigo linkado mais acima então sabe que as lâmpadas com IRC mais próximos de 100 são as que reproduzem as cores mais naturais, no caso todas as lâmpadas tem IRC de 80 a 89 o que garante cores naturais com essa luz**, no mesmo artigo você leu que lâmpadas com 6500K tem a luz branca e um espectro luminoso que tende a ser bem distribuído por todas as faixas do espectro, garantindo não só os picos obrigatórios para a fotossíntese como também outros necessários para demais funções da fisiologia vegetal. Sabendo disso tudo só nos resta escolher qual delas usar e, levando em conta o tamanho do aquário, fica óbvio que teremos que usa um dos três modelos de 549mm de comprimento, entre elas apenas uma tem 6500K, luz branca. A tabela indica que a lâmpada FQ 24W/885 HO tem 24W e 1600lm, ao dividir 1600 por 24 você constatará que ela emite 66,66 Lm/W. Perfeito para termos uma iluminação forte de 60 Lm/L, Ok? Como já sabemos que o aquário precisa de 4800 Lm fica fácil perceber que teremos que usar três lâmpadas de 24 W T5 com 1600 Lm para obter exatamente 4800 Lm/W que irá garantir plantas saudáveis e com crescimento ideal*** além de uma boa distribuição de luz.
Então essa é a lei? Não, essa é apenas uma opção (The Xylema's Way of Light****). Como eu falei no início desta postagem existem centenas de possibilidades em termos de iluminação, afinal para cada aquário de tamanho diferente tudo muda, e essa é apenas uma forma simplificada de fazer as coisas. Também lembre que o barato pode sair caro, compre lâmpadas de qualidade, não estou dizendo que você precisa de lâmpadas que custam uma fortuna, elas existem, são excelentes lâmpadas, mas tem o inconveniente de custarem uma quantidade desproporcional de nosso rico dinheirinho, a decisão é sua, mas fique ciente de que você tem e pode usar as opções mais baratas, como as lâmpadas do exemplo acima, e tem a garantia de que usadas corretamente elas funcionarão perfeitamente. A opção é sua. Sejam tubulares T8, T5 ou até as PLs econômicas, em muitas situações elas são o necessário para que seu aquário prospere.
Leia, aprofunde-se e experimente, só com a experiência e o tempo é que dominamos qualquer técnica, mas para isso é fundamental conhecer o básico, por isso leia, leia bastante sobre o assunto, aos poucos tudo ficará mais claro. Existem mais uma série de parâmetros que de acordo com o seu projeto poderão influenciar sua escolha.
¹ Nao é o Roger Waters, estou falando de Sir Isaac Newton!
* Vamos matar essa ideia, ela já foi útil e hoje mais atrapalha que ajuda;
** Estética é igual a cabeça, cada um tem a sua, se você prefere luz amarela, rosa, azul, roxa... Eu prefiro luz natural.
*** O crescimento ideal depende de outros parâmetros como fertilização, CO2 e manutenção regular do aquário;
**** Gostei desse nome! Use por conta e risco.
Fonte: Blog Xylema
quinta-feira, 4 de outubro de 2012
“Azul de Metileno + Sal Grosso” Certo ou Errado?
Olá pessoal beleza? Antes de mais nada peço desculpas pela ausência, mas pra variar o tempo está curto, muito curto. Hoje vou falar de um assunto meio polêmico entre os aquaristas e não são “mamilos”, é um outro assunto polêmico: a utilização de “Sal e Azul de Metileno” em aquários.
Desde o inicio do meu hobby tenho ouvido e lido muito a respeito dessa mistura, o fato é que a maioria fala mau e uma pequena parcela (geralmente de aquaristas mais antigos) fala bem.
Tudo começou assim, um dia em uma loja de aquarismo e depois de uma proliferação de Ictío ter devastado o meu aquário, encontrei um primo meu (aquarista da velha guarda) e contei o que havia acontecido, ele me disse sem rodeios, que se tivesse jogado “Sal e Azul de Metileno” no aquário o problema teria sido resolvido. Na hora olhei para ele com um olhar de reprovação e pensei: esse cara tá de brincadeira com a minha cara jogar sal em um aquário que nem é de água salgada? Nem vou dar ouvidos. Poxa se os peixes são tão sensíveis a alterações de PH, temperatura e outras diversas coisas, imagina só o que poderia acontecer se eu jogar o tal do azul de metileno e sal no aquário, com certeza os peixes vão morrer na hora. Foi ai que tive um problema com um dos meus Discos, tentei de tudo e nada resolvia o peixe estava abatido e não se alimentava, quando bate o desespero e você já recorreu a todos os métodos possíveis e seu peixe não reage todas as possibilidades passam a ser consideradas inclusive a ideia absurda do meu primo “Sal e Azul de Metileno”, mas o receio de prejudicar os peixes era maior eu acabei desistindo da ideia, vou explicar o que aconteceu com detalhes para vocês.
Como vocês já sabem eu tenho alguns “Acará-Disco” no meu aquário, que são peixes mais sensíveis, exigentes e mais caros que os comuns (não que por isso eles não sejam comuns). No meu aquário tenho um Disco Pingeon que chegou há mais ou menos três meses, com 5 centímetros e um apetite voraz, mas na semana passada ele parou de comer, encostou em um canto do aquário e não reagia de jeito nenhum. Eu que não sou nem um pouco ansioso – só que ao contrário - fiquei desesperado e sem saber o que fazer, nunca havia visto um peixe com esses sintomas antes, sem contar que apenas ele apresentava esses sintomas, fui a internet pesquisei, procurei e nada, as informações eram muito genéricas, parasitas, fungo, doenças, etc…
Como conheço algumas pessoas que criam discos, fui pedir ajuda, foi ai que o tal do “Sal e do Azul de Metileno” voltaram a minha vida – e graças a Deus que isso acontece. Como ele já estava quase morrendo mesmo e eu não tinha nenhuma outra alternativa e decidi tentar utilizar a mistura de sal e azul de metileno pra ver no que ia dar e fui tentar salvar o meu amiguinho que já estava há 3 dias sem comer e muito fraco, fiz o seguinte:
-Peguei um recipiente plástico, com mais ou menos 2 litros de água. Retirei a mesma quantidade de água do aquário e logo depois depositei o peixe neste recipiente;
-Joguei 5 pedras de Sal Grosso – nada mais que isso – na água já com o peixe dentro e algumas gotas de Azul de Metileno com mais duas gotas de Aquasafe;
-Deixei o peixe dentro desta água por mais ou menos 30 minutos, depois o coloquei no aquário novamente já que não tenho por enquanto um aquário hospital, joguei a água do recipiente fora e repus com água nova e trata a quantidade que retirei do aquário;
Bom pessoal não sei se realmente foi isso que salvou o peixe, ou um milagre mas quando ele saiu da rede e conseguiu nadar, a primeira coisa que ele fez foi procurar comida, eu tinha acabado de dar Artemias para os outros peixes e ele se esbaldou de tanto que comeu, creio eu, que realmente ele deveria estar com algum tipo de parasita que foi exterminado pela mistura acima citada.
O que aprendi com tudo isso é que, nenhuma experiência pode ser considerada ultrapassada ou inútil e que no nosso hobby estamos em um processo ininterrupto de aprendizagem.
Só mais um a coisa muito importante, o sal grosso não deve ser usado se no seu aquário você tiver peixes de couro como cascudos, corydoras, pintados, etc… pois é prejudicial a pele destes peixes, eu também desaconselho que essa mistura seja feita no aquário, visto que se uma pessoa em uma casa estiver doente você não dará remédio a todos os moradores isso deve ser feito só em caso de algumas doenças em especifico, é isso ai, espero que tenham gostado do post e se puderem deixem registrado nos comentários as experiências que vocês já tiveram com essa mistura!
Qual a melhor opção o Co2 DIY ou o Co2 Profissional?
Acho que essa é uma pergunta que a maioria dos aquaristas que tem ou pensam em ter plantas em seu aquário já se fizeram!
Por isso decidi escrever sobre esse assunto, antes de começar quero deixar claro que está é uma opinião pessoal sobre as duas alternativas mais comuns quando se trata do uso de Co2 em aquários, e minha intenção ao escrevê-lo é ajudar alguém que esteja dúvida entre uma destas duas opões.
Mãos a obra!
Se você está começando agora e quer inserir suas primeiras plantas no aquário, não tem muito dinheiro para investir ou quer fazer algum tipo de teste antes de gastar uma pequena fortuna em um cilindro de Co2 Profissional, a opção DIY (faça você mesmo) seria a melhor opção, por sua facilidade e o baixo custo, para montar seu primeiro Sistema de Co2 DIY popularmente conhecido como “Garrafada”, você vai precisar apenas de duas garrafas PET, alguns metros de mangueirinhas de oxigênio, cola de contato ou silicone e uma mistura de água, bicarbonato de sódio e açúcar.
O valor para montar um esquema de Co2 DIY não corresponde a um décimo do valor de um kit profissional, porém como alguns dizem e eu também tenho que concordar, com o dinheiro investido nas garrafadas ao longo dos anos é possível comprar um kit profissional, por isso acho que o CO2 caseiro é uma opção paliativa e temporária.
Quando montei a minha primeira garrafada já a algum tempo e com um difusor DIY também (que por sinal é esse do lado esquerdo do banner), ela durava algo em torno de 15 dias e isso me deixou muito feliz, pena que minha alegria durou pouco pois alguns meses depois devido ao “sucesso” do meu projeto…kkkk decidi alterar este difusor para um profissional, para melhorar a difusão do Co2 com a água ajudando mais na evolução das plantas. Para minha tristeza o tempo de duração da garrafada foi reduzida drasticamente para menos da metade 6 dias, acredito que isso tenha ocorrido por que para o uso do difusor “de verdade” a pressão exigida para que o gás saia do difusor é muito maior, pois ele usa uma espécie de cerâmica com furos minúsculos, no caso do difusor DIY essa cerâmica é substituído por uma madeira que tem seus poros maiores e exige menos pressão e por isso a garrafada durava tanto, depois de alguns dias a garrafada já não tem tanta pressão assim para empurrar o gás para pela cerâmica do difusor profissional e por este motivo acredito que a garrafada já não compensa tanto assim, pois toda a semana tenho que mexer no sistema DIY (admito que isso me estressa um pouquinho…kkkk).
Apesar de nunca ter tido um kit profissional pelo seu alto custo, acho que esta seria a melhor opção para um plantado devido a sua durabilidade e também o controle maior que você teria da saída de gás, com isso não condeno o uso do Co2 DIY pelo contrário ele me vem sendo útil até hoje. Existe outro problema também na utilização do Co2 DIY é impossível desligar o gás através de algum tipo de válvula, pois o gás é produzido constantemente pelo fermento, se você fecha a saída ele se acumula na garrafa e ela consequentemente explodiria =( e garanto a vocês que isso não seria nada legal, a única solução para “desativa-lo” durante a noite seria remover a mangueira de saída de gás do aquário, o que eu considero inviável. Para que você tire suas próprias conclusões, coloquei alguns prós e contras de cada sistema.
Prós e contras das duas formas de injetar Co2 na água do aquário:
Co2 Caseiro
Prós:
Preço.
Rapidez para se montar uma garrafada, em 15 min na sua casa com algumas mangueiras usadas naquelas bombas de oxigênio, um regulador de ar, duas garrafas e uma cola de secagem rápida ou silicone (neste caso vai demorar mais uma pouquinho) você consegue montar uma.
Contras:
Pode ocorrer algum acidente e a mistura ir parar dentro do aquário.
As conexões podem se romper causando uma bagunça danada dentro de casa e pode ter certeza, você não vai gostar nada disso, pois onde cair essa mistura consequentemente ira nascer mofo. (por isso nunca tente em hipótese alguma prender o gás dentro da garrafa).
Durabilidade, a garrafada dura pouco e exige trocas da solução toda semana.
Co2 Profissional
Prós:
Segurança.
Durabilidade, um cilindro de Co2 de 500g se regulado de forma e desligado durante a noite, pode durar até 3 meses (segundo algumas informações que me foram passadas como nunca tive um cilindro não posso afirmar isso a vocês).
Os resultados com as plantas com certeza vão ser mais satisfatórios do que com a garrafada.
Contras:
Preço
Às vezes é difícil achar algum lugar para recarregar o Co2 do cilindro próximo a sua casa.
Gostaria de deixar claro, que essa é a minha opinião sobre essas duas alternativas e se alguém tiver alguma opinião ou experiência diferente pode deixa-la registrada nos comentários.
Pra quem quiser tentar a sorte, vou inserir abaixo o link de como montar o Sistema e o Difusor DIY, eu testei os dois projetos e ambos funcionam.
Obrigado e até a próxima!
O estilo holandês de aquapaisagismo
As técnicas de aquapaisagismo quase que unicamente seguem tendências em sua complexidade e formulação, quando os dois mais badalados estilos seguidos são o “Nature Style” e o “Estilo Holandês”, sendo o segundo o assunto principal dessa matéria. As indagações de que método seguir na formulação de um novo layout para o aquário podem ser esclarecidas quando é de domínio do aquariofilista as técnicas de montagem, dando assim uma base e estabelecendo um estilo. Apesar de parecer simples, a técnica abordada aqui é extremamente complexa em termos de escolha da flora utilizada, distribuição de iluminação, poda, liberdade de crescimento e outros parâmetros que até então nem sequer passaram pela cabeça do executor da obra em termos de micro-planejamento, mas vamos deixar vocês por vocês mesmos tirarem as conclusões dessa breve explanação sobre o magnífico Estilo Holandês de aquapaisagismo
O “Estilo Holandês” tem sua origem datada no início do século 20, na Holanda. O método de arranjo das plantas consiste em fazer blocos maciços de plantas crescendo de um ponto focal central no aquário, seguindo uma proporção de subida com plantas mais baixas a frente e plantas altas ao fundo. Apesar do arranjo seguir uma escala de plantas separadas pelo tamanho, a simetria não deve existir no aquário, tamanhos diferentes e blocos diformes são importantes para um resultado mais próximo do idealizado dentro do estilo.
A coloração e a diversidade das plantas espécies são os pontos fortes na montagem, sem exagerar na expressão, mas “quanto mais melhor”, pois você acaba montando diversas moitas no aquário, criando assim pontos de destaque e expressão. Os usuais troncos e rochas não devem estar presentes ou visíveis na montagem, sendo a beleza individual de cada espécie de planta o principal atrativo do aquário.
As plantas também devem seguir um padrão diferenciado em termos de tamanho/cor das folhas em relação às suas vizinhas. As cores incluem plantas verde-claras, verde-escuras, amarronzadas, vermelhas, rosas e roxas. Ressaltando que o tanque não deve ter mais de dois pontos focais para não ocasionar uma dispersão de interesse no layout.
Algumas considerações importantes a serem feitas são que você nunca deve usar uma planta muito chamativa(vermelha) na parte traseira do aquário para que você tenha uma idéia de profundidade maior sem ter nenhum ponto focal traseiro chamando para frente a impressão visual de quem assiste ao aquário. As paredes traseiras e laterais devem ser mantidas da forma mais natural possível, e de preferência adornadas com algum musgo para o preenchimento das mesmas.
Quanto a fauna utilizada, acredita-se que cardumes de peixes de menor tamanho e uma habitação mono-espécie funcione de forma mais eloqüente dentro de um aquário onde o foco principal é o crescimento exuberante das plantas em sua força e coloração.
O “Estilo Holandês” tem sua origem datada no início do século 20, na Holanda. O método de arranjo das plantas consiste em fazer blocos maciços de plantas crescendo de um ponto focal central no aquário, seguindo uma proporção de subida com plantas mais baixas a frente e plantas altas ao fundo. Apesar do arranjo seguir uma escala de plantas separadas pelo tamanho, a simetria não deve existir no aquário, tamanhos diferentes e blocos diformes são importantes para um resultado mais próximo do idealizado dentro do estilo.
A coloração e a diversidade das plantas espécies são os pontos fortes na montagem, sem exagerar na expressão, mas “quanto mais melhor”, pois você acaba montando diversas moitas no aquário, criando assim pontos de destaque e expressão. Os usuais troncos e rochas não devem estar presentes ou visíveis na montagem, sendo a beleza individual de cada espécie de planta o principal atrativo do aquário.
As plantas também devem seguir um padrão diferenciado em termos de tamanho/cor das folhas em relação às suas vizinhas. As cores incluem plantas verde-claras, verde-escuras, amarronzadas, vermelhas, rosas e roxas. Ressaltando que o tanque não deve ter mais de dois pontos focais para não ocasionar uma dispersão de interesse no layout.
Algumas considerações importantes a serem feitas são que você nunca deve usar uma planta muito chamativa(vermelha) na parte traseira do aquário para que você tenha uma idéia de profundidade maior sem ter nenhum ponto focal traseiro chamando para frente a impressão visual de quem assiste ao aquário. As paredes traseiras e laterais devem ser mantidas da forma mais natural possível, e de preferência adornadas com algum musgo para o preenchimento das mesmas.
Quanto a fauna utilizada, acredita-se que cardumes de peixes de menor tamanho e uma habitação mono-espécie funcione de forma mais eloqüente dentro de um aquário onde o foco principal é o crescimento exuberante das plantas em sua força e coloração.
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
segunda-feira, 1 de outubro de 2012
Podas: vídeo aula
Hora de aparar as pontas!
Achei este artigo e série de vídeo enquanto remexia no fundo das gavetas digitais, é uma série de vídeos mostrando como podar um aquário bem desenvolvido e um texto explicativo acompanha, em francês. Antes que alguém comente o estranhamento já aviso: o aquário é de 2008. O primeiro vídeo da série:
Achei este artigo e série de vídeo enquanto remexia no fundo das gavetas digitais, é uma série de vídeos mostrando como podar um aquário bem desenvolvido e um texto explicativo acompanha, em francês. Antes que alguém comente o estranhamento já aviso: o aquário é de 2008. O primeiro vídeo da série:
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